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O que provoca as dores e incapacidade do sistema osteoarticular?


Temos a Resposta!

Os tecidos podem lesionar-se por duas causas principais, por grandes eventos traumáticos (como quedas), ou por pequenas forças sistemáticas e incorrectas de tracção ou compressão, em pequenos gestos do dia a dia (alterações posturais) que levam aos poucos as estruturas a atingir o seu ponto de fadiga e é nessa altura que iniciam os sintomas (dor, desconforto, incapacidade funcional). Desta forma é muito importante alterar posturas, alterar o gesto incorrecto que leva ao desgaste precoce das estruturas e tensões exageradas nos tecidos que nos levam à patologia.

 

Assim, segundo a minha opinião é necessário em qualquer situação de disfunção/patologia corrigir o padrão motor e estratégias motoras do indivíduo para realizar as suas actividades da vida diária e desportiva.

 

Para a performance eficaz do movimento humano, como ilustra a seguinte figura, contribuem e estão intimamente inter-relacionados o sistema articular (ossos, articulações, ligamentos), o sistema miofascial (músculos e tecido conectivo), o sistema neural (o sistema nervoso permite o controlo dos músculos determinando o padrão de movimento e controlo da posição das articulações a cada gesto) e o sistema visceral (as vísceras e suas ligações fascias às estruturas ósseas e ligamentares que interferem na mobilidade global do indivíduo). Em que a história clínica, experiências anteriores, crenças, emoções em relação à patologia e os objectivos do utente interferem na sua forma como interagem com o ambiente externo, se movimentam e recuperam.

 

CONHEÇA  AS BASES DA NOSSA  INTERVENÇÃO

01

AVALIAÇÃO DA 

DISFUNÇÃO

02

ENSINO AO UTENTE

03

ALINHAR AS ESTRUTURAS

04

EQUILIBRAR A ACTIVAÇÃO MUSCULAR

05

INTEGRAR E AUTOMATIZAR NA FUNÇÃO

06

TRATAMENTO PARA A

DOR

01

AVALIAÇÃO DA DISFUNÇÃO  DO UTENTE

A minha intervenção inicia-se com a entrevista e avaliação objectiva da postura estática, da postura dinâmica. É importante a avaliação da forma como a pessoa se move e  do seu padrão de activação muscular de todos os gestos motores, ou seja  como usa o seu corpo no dia-a-dia e o que pode causar demasiado stress nas estruturas músculo-esquelécticas levando a desgaste precoce e dores. Vamos avaliar o que pode ser tratado pela fisioterapia.

02

ENSINO AO UTENTE

Na minha perspectiva é importante que a pessoa saiba o que se passa no seu corpo, o que é a disfunção que o afecta para conseguir decidir com mais segurança o que é melhor para sí.  Assim é feito o ensino ao utente sobre a sua disfunção, a anatomia e a fisiopatologia, e determinam-se os objectivos de intervenção em conjunto. Utente informado consegue perceber como colaborar na sua reabilitação e o que tem que alterar no seu estilo de vida para não prejudicar a sua evolução a curto prazo e a sua saúde a longo prazo.

03

TRABALHO ESTRUTURAL PARA  ALCANÇAR A POSIÇÃO NEUTRA DE ALINHAMENTO

Numa primeira fase de intervenção é primordial atingir o correcto alinhamento das estruturas (utilizando técnicas de mobilização articular, mobilização visceral, técnicas indução miofascial, técnicas músculo energia, técnicas de alongamento global, podendo realizar técnicas de ginástica hipopressiva).

Quando existe um alinhamento correcto não é necessário uma activação muscular excessiva para manter a postura ou realizar o movimento, consideramos então que atingimos a POSIÇÃO NEUTRA (posição em que os músculos e estruturas passivas estão sujeitas a forças de tensão e compressão óptimas).

04

EQUILIBRAR A ACTIVAÇÃO MUSCULAR

Depois das estruturas articulares alinhadas, devemos trabalhar para atingir o controle motor do gesto. Para isso,  necessitamos de ACTIVAR os músculos estabilizadores, que são responsáveis pela estabilização da articulação (músculos profundos que não produzem movimento, e sua única função é manter a estabilidade e alinhamento dos componentes articulares). Estes músculos apresentam-se sempre  inactivos/adormecidos, ou com atraso de activação em situações de dor. Depois de uma crise de dor aguda, podem não voltar a activar espontaneamente, então é necessário intervenção do fisioterapeuta. Por outro lado, devemos INIBIR os músculos superficiais, que estão hiperactivos/encurtados, colocando forças de tração e compressão excessivas, visto que tentam compensar a falta da actividade estabilizadora dos músculos profundos. Este grupo muscular é muito potente mas não consegue executar com eficácia ambas funções de mobilização activa e estabilidade articular.

 

05

INTEGRAR E AUTOMATIZAR NA FUNÇÃO

Numa última fase, depois do utente conseguir activar os estabilizadores com uma intensidade e timming de activação correctos, devemos INTEGRAR na função, (com treino Funcional), e promover a AUTOMATIZAÇÃO do GESTO MOTOR CORRECTO para  resultados eficazes e duradouros.

06

TÉCNICAS ESPECÍFICAS DE TRATAMENTO DA DOR

Recorre-se a electroterapia e termoterapia para inibição do estímulo doloroso, embora toda a intervenção tem efeitos sobre os tecidos e normalização do gesto que leva a menor sobrecarga das estruturas, aliviando a dor.

Título Pequeno

FISIOHANDME

Praceta José Regio, nº4 | Setúbal

 

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