Reabilitação em condições Urológicas, Ginecológicas e Coloproctológicas

PODEMOS AJUDAR

A Fisioterapia é internacionalmente considerada como a 1ª linha de intervenção no tratamento das disfunções do Pavimento pélvico, evitando ou adiando a cirurgia pélvica. Pode também servir como complemento às cirurgias já efectuadas, actuando de forma a corrigir os factores que  contribuiram para a disfunção.

 

 

A Fisioterapia em Uroginecologia é uma especialização relativamente recente em Portugal, desta forma ainda está pouco difundida, são pouco conhecidas todas as suas potencialidades. Em países como a França, este tipo de terapia já é reconhecida, como tal é prescrito uma serie de 20 sessões a todas as mulheres no pós-parto, para tratamento das lesões causadas pela gravidez e parto, ou prevenção de possíveis patologias tardias, como serve de exemplo o prolapsos dos órgãos pélvicos.

O que é o Períneo?

 

Pode-se caracterizar o pavimento pélvico como um conjunto de músculos, ligamentos e fáscias, localizados na região pélvica entre o sacro e os ossos ilíacos.

 

Os órgãos são sustentados por ligamentos e fáscias (elásticos biológicos que prendem os órgãos aos ossos). Como qualquer elástico, os ligamentos e fáscias, ao serem submetidos a tensão constante leva a microlesões e por fim a uma lesão importante. As estruturas que evitam este tipo de sobrecarga, e portanto a lesão ligamentar, é justamente os músculos do pavimento pélvico, que ao contrair protegem o alongamento excessivo e/ou mantido dos ligamentos e fáscias de suporte.

 

A função deste grupo muscular é controlar a micção, a defecação, é importatnte nas relações sexuais e são a ultima barreira para o nascimento do bebé. 

 

Por outro lado, o perineo não se encontra sozinho no abdómen, ele tem também uma função postural, assim em qualquer caso de disfunção pélvica teremos que actuar nos músculos intrínsecos do abdomen, que são eles o Diafragma Respiratório, os multífidos (estabilizadores lombares), e os abdominais. Estes quatro grupos musculares são sinérgicos e são eles que fazem a manutenção da pressão intrabdominal, têm que agir, como se trata-se de uma orquesta, muito bem cordenados para que tudo funcione bem....

 

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Sinais de Alerta que algo se passa...



Quando os músculos do períneo são disfuncionais, a mulher pode ter os seguintes sintomas:

 

 

  • A mulher sente como que um peso, um apoio a nível genital, frequentemente à noite, depois de um dia em que esteve muito tempo de pé. Este peso é um sinal de alarme que deve levar a mulher a consultar o médico para evitar o aumento dos problemas;

  • Ao lavar-se verifica que a vagina está demasiado aberta, sente ruídos vaginais (como se fossem gases, mas dentro da vagina);

  • O tampão (absorvente vaginal) sai do local onde foi colocado;

  • Sente que vagina está pouco firme para as relações sexuais - às vezes nem ela nem o companheiro sentem prazer;

  • Dor antes, durante ou no acto sexual;

  • Dificuldades em reter a urina, quando salta ou corre ou quando ri ou tosse;

  • Urgência/imperiosidade para urinar ou aumento do número de vezes que vai ao WC;

  • O útero pode ficar muito perto da abertura da vagina (útero descaído);

  • Dificuldades em reter os gases ou as fezes;

  • Dificuldades em defecar, sentindo que não esvaziou completamente o intestino, ou que tem algo a obstruir o ânus;

  • dor lombar profunda que alivia quando se senta ou deita.

 

Um dos sintomas mais comuns de que o períneo está debilitado são as pequenas fugas de urina. Se procurar ajuda no inicio da disfunção será mais fácil obter excelentes resultados, quando isto não acontece, pode persistir durante toda a vida e inclusivamente agravar a situação.

 

As mulheres que notarem este problema devem ter consciência da necessidade de corrigi-lo o mais depressa possível. Deve colocar de lado as velhas ideias: embora as avós digam que é uma coisa normal depois de ter tido um filho, isso não é verdade pois a ciência e os tratamentos evoluíram muito, e existem soluções para este tipo de disfunção. Na maioria das vezes, os exercícios pélvicos podem prevenir melhorar ou tratar esses problemas.

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 AS TÉCNICAS  DE TRATAMENTO

01

ENSINO AO UTENTE

02

TERAPIA MANUAL e MOBILIZAÇÃO VISCERAL

03

CINESIOTERAPIA COM BIOFEEDBACK

04

REEDUCAÇÃO DA SINERGIA INTRíNSECA

05

GINÁSTICA ABDOMINAL HIPOPRESSIVA

06

TECAR TERAPIA

Radiofrequência

FISIOHANDME

Praceta José Regio, nº4 | Setúbal

 

fisiohandme@gmail.com 

 

 934843072

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